06.01.2016

Manifestações sobre os vendedores ambulantes no entorno da Catedral

         
Sobre a postagem dos vendedores no entorno da Catedral que o blog publicou no dia 31 de dezembro, Jocildo de Freitas Luz (foto abaixo), um dos permissionários do Mercado Central assim se manifestou:
          “Estamos a duas semanas sem trabalhar por causa dessa feira em frente ao mercado, nós permissionários estamos sem poder pagar nossos compromissos e a prefeitura não faz sua parte, semana passada tivemos a vinda de turistas do navio, os ónibus que chegavam com eles voltavam, pois não podiam entrar no estacionamento do mercado porque os feirantes não saiam do portão”.
      
Gláucia Mota (na foto à esquerda, com Edyr Rolim), confeccionista diz: “Um comércio completa o outro. Se o governo mexer vai acontecer como em governo passado Q passou a exigir notas das sacoleiras que vinham de todo Brasil e o que aconteceu, as sacoleira (lojistas) foram pra S Paulo onde nunca se pediu nota Fiscal ...e São Paulo passou a ser um grande polo de confecções e de criadores.”
        
         Sobre o assunto, o jornalista de turismo Antônio José Viana (foto) disse: “Você acha, caro José Rangel, que o prefeito, retirando esses vendedores daí, terá os votos deles? Claro que não os retirará. Seria interessante que os locatários do mercado central não pagassem o condomínio à prefeitura, uma maneira de forçar a saída dos camelôs para outro local. Que é feita da associação para exigir os seus remanejamentos?
          Outra manifestação. Carlinhos Bezerra: “Verdade, os turistas que visitaram o Centro de Turismo Emcetur, foi só reclamação, isso tem que acabar, ts ficando muito feio para nossa cidade”.
          A técnica em hotelaria, Lídice Juliana Pessoa (foto)  afirmou: “Absurdo! Fui resolver um assunto no centro e fiquei indignada com esse absurdo, e comentei o prejuízo causado a quem paga seus impostos, inclusive tb tirei várias fotos!. Eu me senti fazendo parte da novela Caminho das Índias kkkk tentando desviar de carro, bicicleta, cachorro, papagaio etc. Não se está questionado o trabalho do povo, mas a desorganização dos responsáveis, o trânsito parado, lixo, poças d'água, uma verdadeira falta de respeito com essas pessoas e com os outros comerciantes!"
          Comerciante estabelecida na área, Guilarneide Façanha (em pé na fopto) se manifestou: “Concorrência desleal. Pagamos condomínios, impostos. Enquanto eles não contribuem com nada”.
Essas foram apenas algumas das observações que o assunto mereceu dos leitores.

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