25.09.2017

Curso de extensão para pessoas “trans”
         No país que mais mata travestis e transexuais do mundo, como aponta a Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil, a educação é uma forte frente de combate à violência contra essa população. E é por esse caminho que Syssa Monteiro, de 25 anos, tenta afastar quaisquer comportamentos transfóbicos. 
           Mulher trans e cearense, Syssa é coordenadora do curso de extensão Transpassando, primeiro projeto acadêmico do País voltado para quem não se reconhece no “corpo de nascença”. Funcionando há dois anos no Centro de Humanidades da Universidade Estadual do Ceará (Uece), o programa não se reduz somente à inclusão desse público no Ensino Superior.
            “Não é um cursinho em si. Vai além: é um programa de combate à transfobia”, argumenta a coordenadora.Nesses dois últimos anos, ela contabiliza que 50 pessoas tiveram acesso ao projeto. O curso funciona das 14h às 18h30, de segunda a sexta-feira, no Centro de Humanidades da Uece, na Avenida Luciano Carneiro, 345.

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